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30/09/2018 - 20:05

Sexo é o que realmente importa?

Dúvida

 A quem interessa essa alienação? Ódio não

 
Por Warnoldo Maia de Freitas
 
O processo eleitoral deste ano vai deixar muitos ensinamentos, a partir da análise de diversas condutas assumidas voluntariamente ou incentivadas por artimanhas bem planejadas.  
 
Incentivados pelos “oráculos” do momento a pensar que o sexo é a última fronteira, é o que realmente importa, milhares de brasileiros se mobilizam na defesa da sua opção sexual.
 
Estimulados por diversas “entidades”, com expertise em implantar distrações, outra parcela passa a se digladiar nas redes socias, defendendo posições ideológicas, de esquerda e de direita.
 
De um modo geral, todos parecem empenhados na representação de uma história, de um roteiro previamente lançado no imaginário geral com o objetivo de encobrir fatos concretos como, por exemplo, os atos de corrupção, os assaltos aos cofres públicos ou a tentativa de assassinato do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).
 
Apesar dos efeitos severamente nocivos dos rombos praticados contra as finanças públicas, que jogaram o país neste caos, que pode ser aferido com uma rápida observação do crescente índice de violência, dos péssimos serviços nas redes de saúde e da falta de emprego e renda, ninguém parece interessado em discutir tais assuntos.
 
Anestesiado pela repetição sistemática do noticiário, que mostra diariamente nas tvs, rádios e redes sociais as atrocidades praticadas todos os dias pelas “vítimas” da sociedade, o cidadão comum acha mais importante falar sobre ditadura e opção sexual.
 
Quer dizer, compraram as “distrações” apresentadas e deixaram de cobrar as prisões de quem meteu a mão no dinheiro público e de questionar os efeitos práticos desses atos como, por exemplo, a morte de milhões de brasileiros por falta de policiamento e atendimento nos hospitais por falta de assistência médica.
 
Muitos ainda se dedicam a criticar as ações e pedir a prisão do juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava-Jato, que está passando o Brasil a limpo e prendendo os ladrões do dinheiro público, bem como a defender a liberdade do ex-presidente Lula, preso sob a acusação de ser o chefe “da quadrilha que, sistematicamente, assaltou os cofres públicos nos últimos 13 anos”.
 
A quem realmente interessa fomentar, promover, estimular, incentivar essa alienação crescente registrada no país? Ódio não.
 
Como alguém já disse um dia que “é loucura, é insanidade, continuar fazendo sempre as mesmas coisas e esperar, querer resultados diferentes”.
 
Muitos cidadãos dizem querer mudanças, transformações, mas as pesquisas realizadas para aferir as opiniões indicam que a história não é bem assim, porque os políticos mais criticados e responsabilizados por inúmeras ações vedadas, bem como os seus afilhados políticos, os seus indicados, aparecem bem colocados nas pesquisas de opinião.
 
Quem explica tal fenômeno, tal falta de indignação púbica tanto do cidadão comum quanto dos candidatos nas eleições majoritárias e proporcionais diante dos verdadeiros problemas estaduais e nacionais como, por exemplo, a corrupção, a violência, o domínio da criminalidade, da morte sistemática de inocentes e da guerra civil que já toma conta de grande parte do Brasil?
 
Será que no Brasil de hoje SEXO é mesmo mais importante do que saúde, segurança, educação, desenvolvimento, emprego e renda, respeito às diferenças e o futuro dos nossos filhos e netos?
 
Muitas pessoas preferem se calar, não se posicionar contra os inúmeros desmandos registrados no dia a dia, só para não serem chamadas de reacionárias por muitos dos seus pares, que realizam um patrulhamento sistemático, visando inibir qualquer comportamento diferente daquele que ele considera ideal.
 
Mas, a máxima popular diz que “QUEM CALA, CONSENTE”. Portanto, se você quer uma sociedade melhor para você e sua família, saia da sua zona de conforto e participe ativamente do processo eleitoral. “Tenha fé na vida”. Vote, “Tente outra vez”.
 

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