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11.05.2018 - 12:15  |  CONSTRANGIMENTO

A Caixa considera todo cliente um ladrão?

Reprodução

Cliente é submetido a constrangimento irregular na Loteria Estrela, na Visconde, e atendente informa que a orientação é da Caixa

Por Warnoldo Maia de Freitas
 
Ao tentar pagar três contas na manhã da sexta-feira, 11, na loteria Estrela, da Caixa Econômica Federal, situada na avenida Visconde de Porto Alegre,  ao lado de uma loja do supermercado DB, o jornalista Warnoldo Freitas foi surpreendido pela exigência da atendente de lhe entregar, antecipadamente, os R$ 249,65 das faturas apresentadas, antes do efetivo registro na sua máquina, dos documentos apresentados, numa flagrante imposição de conduta de constrangimento irregular ao consumidor.
 
Ao questionar a conduta adotada pela moça da caixa do representante lotérico, que o deixou constrangido, por nunca haver enfrentado situação semelhante, e querer saber se ele tinha cara de bandido ou de ladrão, foi informado que ela “estava seguindo as orientações da instituição financeira e que tudo estava sendo devidamente gravado por câmaras do estabelecimento comercial”.
 
“Disse a ela que a situação era inusitada e que tal procedimento me parecia irregular, porque representava uma afronta a qualquer cidadão, um constrangimento desnecessário. Disse, ainda, que consideraria normal, se ela procedesse o registro dos boletos e só me entregasse os documentos autenticados, confirmando o pagamento, após o recebimento do valor apurado. Mas, ela se manteve impassível”, explicou, destacando que a moça do caixa reafirmou ter recebido orientação naquele sentido.
 
Defesa do Consumidor 
 
Diante da situação inusitada gostaria de solicitar, publicamente, as comissões de defesa do consumidor da Câmara Municipal de Manaus e da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas a devida apuração dessa situação, porque a adoção de tal conduta me parece um claro flagrante de constrangimento irregular imposto ao consumidor.
 
“O defeito registrado na prestação do serviço pela funcionária da Loteria Estrela, que alegou apenas estar cumprindo orientações de atendimento da própria Caixa, me deixou constrangido, por me ver exposto publicamente em uma situação vexatória, porque me fez parecer suspeito de querer atentar contra o patrimônio daquele estabelecimento comercial”, completou a vítima.
 
 

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