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18.04.2019 - 13:30  |  ZFM AMEAÇADA

Braga acusa Guedes de desconhecer a ZFM e desafia o ministro para um debate sobre o modelo

Reprodução

Eduardo Braga

Braga diz a Guedes que assegurar as vantagens comparativas da ZFM não significa “ferrar” o Brasil e que proteger um dos mais bem-sucedidos programas de preservação ambiental do mundo representa, sim, resguardar a vida de milhões de cidadãos e as futuras gerações. 
 
 
O senador Eduardo Braga (MDB) reagiu nesta quinta-feira (18/04), na sua conta no Twitter, contra as declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, à Globo News na noite de quarta-feira (17/04), em tons de ameaças ao modelo econômico da Zona Franca de Manaus (ZFM).
 
De acordo com Eduardo, Guedes desconhece as vantagens comparativas da ZFM e lançou um desafio ao ministro da Economia para um debate aberto sobre o programa mais bem-sucedido de desenvolvimento regional e conservação ambiental do Brasil.
 
 
"Não, ministro Paulo Guedes!!!! Assegurar as vantagens comparativas da Zona Franca de Manaus não significa “ferrar” o Brasil. Proteger um dos mais bem-sucedidos programas de preservação ambiental do mundo representa, sim, resguardar a vida de milhões de cidadãos e as futuras gerações. Nós, amazônidas, lançamos ao senhor um desafio: nos chame para um debate aberto e aprenda conosco a fazer a economia crescer sem colocar em risco esse patrimônio que, por incrível que pareça, também é seu", disse o senador Eduardo no seu Twitter.
 
No início da semana, em palestra sobre a importância da ZFM no desenvolvimento do País, no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, Eduardo defendeu que todo o incentivo fiscal precisa ser analisado pela ótica do custo-benefício e do que gera para a economia e o progresso. "O desenvolvimento regional reduz as desigualdades, aproxima as regiões e vence os desafios tecnológicos", observou o parlamentar. 
 
No encontro, o senador Eduardo também alertou que, caso a Zona Franca deixe de existir, não restará à população amazonense outra alternativa senão desmatar a floresta, que, hoje, está quase integralmente em pé no Estado. "Será distribuído o maior patrimônio do Brasil, a floresta amazônica e a biodiversidade", alertou Eduardo.

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