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01.03.2018 - 00:00  |  ELEIÇÕES 2018

Chico Preto resgata história do precatório de Omar Aziz e nega composição com Braga

DIRCOM - CMM

Chico Preto: de lá eu já vim e pra lá eu não volto

 Vereador lembra que se não fosse a denúncia dele, o Amazonas hoje estaria desfalcado em R$ 700 milhões,  pagos em “um precatório altamente suspeito”


Por Warnoldo Maia de Freitas
 
O vereador Marco Antônio Chico Preto (PMN), pré-candidato a deputado federal, resgatou na segunda, 26, na sua página do Facebook, a tentativa do ex-governador e atual senador Omar Aziz (PSD) de pagar, no “apagar das luzes”, em junho de 2014, precatórios de R$ 700 milhões à Construtora Andrade Gutierrez, por “serviços graciosos”, que não foram efetuados porque a Justiça impediu, e negou na manhã da terça, 27, uma “provável” recomposição com o senador Eduardo Braga (MDB).
 
Para justificar a o resgate de uma denúncia efetuada em 2014, Chico Preto disse que, “os episódios são recentes e que por nenhuma razão o cidadão eleitor pode esquecer que o grupo que está aí, ora junto e ora fingindo que está dividido, fez: colocou o Amazonas de cócoras, nas operações Lava Jato e Maus Caminhos”.
 
“Esse grupo, com uma pequena dicotomia, agora se junta, novamente, para vender um Amazonas que eles jamais vão entregar. E como alguém que tem a disposição de questionar isso e enfrentar politicamente tudo isso, entendi que agora era a hora de resgatar esse episódio, porque se não fosse pelas denúncias naquele momento talvez o Amazonas estivesse desfalcado em R$  700 milhões, que teriam sidos pagos à Andrade Gutierrez, a empreiteira que construiu a Arena da Amazônia, em um precatório altamente suspeito”, explicou.
 
Composição descartada
 
Ao ser questionado sobre a sua conduta, uma vez que o resgate da denúncia no atual momento político indicaria uma provável reaproximação com o senador Eduardo Braga (MDB), que está em franca rota de colisão com o também senador Omar Aziz (PSD), Chico Preto contestou tal possibilidade. 
 
“Não há a menor possibilidade de ocorrer tal composição. De lá eu já vim e pra lá eu não volto”, assegurou Chico Preto. “Você já pensou no que pode ser feito com 700 milhões de reais na área da saúde?”, questionou.
 
Chico Preto disse, ainda, que deixou de ser deputado estadual em 2015, mas continuou a fiscalizar o setor da saúde no Amazonas e lembrou que foi o a denunciar o “esquema de corrupção, no governo Melo”, ao Ministério Público.
 
“Eu cheguei a ser ameaçado de morte pelo médico Mouhamad Moustafa, por investigar os desvios na área da saúde, mas não desisti, porque falo política com firmeza, verdade e independência”, assegurou.
 

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