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08.10.2018 - 20:10  |  SEGUNDO TURNO

David Almeida decide ficar neutro no segundo turno das eleições no Amazonas

Reprodução

David Almeida diz que vai votar no menos pior

 

David diz que respeita os dois candidatos, mas não se sente à vontade para apoiá-los 

Por Warnoldo Maia de Freitas
 
Depois de agradecer aos 417 mil votos recebidos no domingo, 7, no primeiro turno das eleições para a escolha do novo governador do Amazonas, o candidato David Almeida (PSB), da coligação Renova Amazonas, revelou no início da noite desta segunda-feira, 8 que vai fincar neutro no segundo turno da disputar e não apoiará nem Wilson Lima (PSL) ou Amazonino Mendes (PDT).
 
Durante encontro realizado no comitê central da campanha, em Petrópolis, David Almeida conversou com amigos, familiares e aliados sobre o melhor caminho a seguir e resolveu aceitar as observações de todos, indicando a neutralidade.
 
David lembrou que não é dono dos votos da parcela da população que depositou nele a sua confiança e as suas esperanças no primeiro turno das eleições. Também lembrou que combate o Amazonino e não concorda com as políticas públicas implementadas por ele. Portanto, seria incoerente, agora, ir para o lado dele.
 
“No primeiro turno também combati o despreparo e a falta de conhecimento do candidato Wilson Lima e avisei que era um voo no escuro, que o Amazonas não está preparado para entrar em uma aventura. Agora, por uma questão de coerência, não posso apoiar essa candidatura”, explicou.
 
No encerramento dos seus esclarecimentos David fez questão de deixar claro que acredita ter as melhores propostas e soluções para os problemas registrados no Amazonas, mas como a população optou por tirá-lo da disputa, ele vai respeitar a vontade popular. 
 
“Esses candidatos que passaram para o segundo turno não terão o meu apoio. Decido ficar do lado do povo, que disse para eu ficar de fora, e cuidar da minha família”, argumentou.
 
Ele disse, ainda, que “Amazonino, sinceramente não dá” e que “Wilson Lima é uma aventura”.
 
“Estou preocupado. Se fosse na iniciativa privada o candidato iria passar por um período de estágio probatório de três meses e depois seria contratado ou não. Mas, no governo a história não é assim. São quatro anos de problemas. Peço a Deus que abençoe o povo do Amazonas”, completou, destacado que cada um deve escolher o seu candidato, após a análise das propostas. “Vou ficar assistindo e torcendo. Vou votar no menos ruim. Respeito os dois, mas não me sinto à vontade para apoiá-los”, disse ele.
 

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