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30.10.2018 - 14:10  |  ELEIÇÕES 2020

Disputa pela prefeitura deve reunir Plínio, Castro, David, Rebeca, Braga, Rotta, Ricardo e Nascimento

Arte

Disputa deverá ser bem equilibrada e reunir um grupo de políticos experientes, com alguns deles brigando pela própria sobrevivência política  

 

Por Warnoldo Maia de Freitas

 
Concluído o processo político para a escolha do novo governador do Amazonas, com a eleição de Wilson Lima (PSC), as atenções, agora, se voltam para a disputa pela Prefeitura de Manaus no pleito de 2020, que promete ser acirrada, com a participação de alguns eleitos e de candidatos derrotados na última eleição, mas que conseguiram uma boa performance.
 
Entre os nomes dos prováveis candidatos se destacam os do senador eleito mais voltado, Plínio Valério (PSDB), o de Luiz Castro (REDE), o terceiro colocado na briga pelo senado, o de David Almeida (PSB), terceiro colocado no primeiro turno da disputa pelo governo, o de Hyssa Abrahão (PDT), o de Rebecca Garcia (PP), o do senador eleito Eduardo Braga (MDB), o de Marcos Rotta (PSDB), o de Alfredo Nascimento (PR), Vanessa Graziottin (PCdoB) e até mesmo do senador Omar Aziz (PSD).
 
Candidatos
 
 
Depois de atropelar os candidatos apontados como favoritos na disputa por uma cadeira no senado, Plínio Valério (PSDB) ganhou a briga com 834.809 votos e já é apontado nos bastidores como um forte candidato à Prefeitura de Manaus nas eleições de 2020.
 
Caso Plínio “tope a parada” e conquiste o comando do Executivo municipal, a sua vaga no senado será ocupada pelo primeiro suplente, o deputado estadual Carlos Alberto, do PRB, que é pastor da Igreja Universal.
 
 
Outro que também aparece “bem cotado” no ranking prévio dos prováveis candidatos a substituto do prefeito Arthur Neto (PSDB), é o atual deputado Luiz Castro, da Rede, que foi o terceiro colocado na disputa por uma cadeira no senado, com 458.342 votos só em Manaus, e provocou momentos de angústia no senador reeleito Eduardo Braga (MDB), que só confirmou a vitória na contagem dos últimos votos.
 
Companheiro de primeira hora do governador eleito Wilson Lima (PSC), o deputado Luiz Castro fez uma campanha com poucos recursos, mas mesmo assim conquistou a simpatia e a confiança do eleitorado. Agora, numa provável disputa em 2020 a história poderá ser diferente, porque contará com o apoio do governo do Estado e se Lima conseguir até lá realizar uma boa gestão, certamente o seu desempenho será sentido nas urnas, no apoio ao seu candidato.
 
 
O atual presidente da Assembleia Legislativa do Estado (ALEAM), David Almeida, do PSB, terceiro colocado no primeiro turno na disputa pelo governo do Amazonas, também é considerado um forte candidato ao cargo de prefeito no pleito de 2020.
 
Com 212.334 votos só em Manaus, David Almeida saiu reforçado do processo e tem todas as condições de ser um dos protagonistas no processo de escolha do novo prefeito da capital. 
 
O deputado federal Hyssa Abrahão, presidente da executiva estadual do PDT, foi derrotado na disputa por uma cadeira no senado, no pleito encerrado no domingo, 28. Mas, como obteve 213.532 votos só em Manaus, é considerado um dos prováveis candidatos na eleição majoritária de 2020.
 
Outro nome que poderá fazer parte da lista dos candidatos à Prefeitura de Manaus é o do deputado federal eleito José Ricardo (PT), que conseguiu 140.022 votos só na capital do Amazonas.
 
Na semana passada, José Ricardo fez severas críticas ao prefeito Arthur Neto (PSDB), destacando que, “infelizmente, Manaus não tem prefeito com capacidade e dedicação para cuidar dos interesses da cidade”.
 
Com exceção de Eduardo Braga (MDB), reeleito para mais oito anos no senado, Alfredo Nascimento (PR), Vanessa Graziottin (PCdoB), Omar Aziz (PSD), Marcos Rotta (PSDB) e Rebecca Garcia (PP), também aparecem como prováveis candidatos, porque precisam se manter em evidência para conseguir a sobrevivência política desejada.
 
Fora do baralho
 
Muitos dizem que Alfredo, Vanessa, Omar, Rotta e Rebecca já podem ser considerados cartas fora do baralho, porque estão muito desgastados politicamente e dificilmente conseguirão o fôlego necessário para sobreviver até a próxima eleição.
 
Entre as receitas sugeridas, a principal delas aponta a necessidade de todos eles se reinventarem, sob pena de sucumbirem definitivamente e passarem a fazer parte, apenas, da história da política amazonense.
 
Alfredo Nascimento era considerado por muitos “imbatível” na briga por uma cadeira no senado, mas acabou conseguindo apenas 188.454 em Manaus, onde já foi prefeito.
 
Omar Aziz, que acreditava ser possível conquistar novamente a cadeira de governador, porque contava com o apoio do amigo e prefeito Arthur Neto (PSDB), além de outros parceiros, amargou mais uma derrota e conseguiu, apenas, 52.869 votos em Manaus, o que é muito, mais muito pouco mesmo, para quem conseguiu mais de 930 mil votos na eleição de 2014 no Amazonas.
 
Marcos Rotta, que foi eleito deputado federal com mais de 117.955 votos em todo o Amazonas, em 2014, e era considerado uma das promessas da política amazonense, vai precisar trabalhar muito para resgatar o brilho da sua imagem, bastante desgastada diante dos últimos episódios da sua carreira.
 
Outra que também precisará trabalhar muito para sobreviver às intempéries e humores da política amazonense é Rebecca Garcia (PP), que foi candidata a vice-governadora na chapa encabeçada pelo governador-tampão Amazonino Mendes (PDT), que conseguiu 733.414 votos no segundo turno da disputa pelo governo do Amazonas e acabou derrotado pelo novato Wilson Lima (PSC).

Confira, abaixo, o desempenho, em Manaus, de alguns provaveis candidatos. 
 
 

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