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13.03.2018 - 10:40  |  PRIVATIZAÇÃO

Governo tampão de Amazonino não pode vender a Cigás, afirma David Almeida

Assessoria de Imprensa - ALEAM

David Almeida quer saber quem vai ganhar com essa venda relâmpago

 David Almeida aponta falta de legitimidade por parte do governo tampão de Amazonino e defende a realização de uma consulta pública para aferir a opinião da população.  


Por Warnoldo Maia de Freitas
 
O deputado estadual David Almeida manifestou-se na manhã terça-feira, 13, contra a “manobra do governo tampão de Amazonino Mendes” de querer vender os 17% restantes das ações da Companhia de Gás do Estado (Cigás) que estão em poder do tesouro estadual, a exemplo do que fez com “a Cosama, o BEA e outros patrimônios do povo amazonense”.
 
David Almeida defendeu, ainda, a realização de uma consulta pública para saber se a população do Amazonas aprova ou é contra a venda de mais uma parcela do patrimônio público pelo governo de Amazonino Mendes (PDT), que é tampão e já promoveu vendas semelhantes em governos anteriores.
 
Vai recorrer
 
Em breve pronunciamento no pequeno expediente, David Almeida avisou que vai recorrer ao Ministério Público para “evitar mais esse desmando” e dar ao governo Amazonino Mendes, que é tampão e está, apenas, cumprindo o resto do mandato de José Melo (PROS), preso sob suspeita de corrupção, o mesmo remédio que lhe foi receitado durante o seu governo interino.
 
“O governo dele é tampão. A mesma medida que ele adotou para o meu governo, que era interino, vou procurar adotar para ele. Vou recorrer à Justiça para aplicar a mesma medida”, argumentou. “Ele não vai colocar à venda o patrimônio do povo do Amazonas”, disparou.
 
Na avaliação de David Almeida, a Cigás é uma empresa superavitária e o momento não é oportuno para a sua venda, porque a economia apresenta francos sinais de recuperação e não há razões aceitáveis para a proposta de venda da companhia.
 
David Almeida disse considerar um “atentado contra o Amazonas e o seu povo” querer vender a Cigás no momento e lembrou que não vai desenvolver todos os esforços possíveis para evitar que façam, agora, o que fizeram com a Cosama, que valia em 1998 R$ 490 milhões, mas foi vendida por pouco mais de R$ 200 milhões em julho de 2000.
 
O presidente da ALEAM lembrou, ainda, que no segundo semestre do ano passado alertou para a proposta da venda da Cigás e disse que a nomeação do seu sócio, ex-vice-governador e ex-secretário de Estado da Fazenda Samuel Assayag Hanan, para a presidência do Conselho de Administração da companhia, representa o primeiro passo para a consolidação de tal objetivo.
 

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