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20.06.2018 - 18:45  |  REAJUSTE DA PM

Impasse provoca retirada de pauta do veto total do governo à remuneração da PM e bombeiros

Assessoria de Imprensa

Davi Almeida destaca que a "pinimba", a birra do governo, está prejudicando milhares de pais de família

 

O impasse entre os parlamentares provocou na manhã da quarta-feira, 20, a retirada da pauta da Assembleia Legislativa do Estado (ALEAM) do veto total do governo do Estado ao projeto sobre os reajustes da Polícia Militar e dos bombeiros militares, que deveria ser votado pelo plenário.
 
Após o governo conseguir manter o veto contra os professores da UEA e servidores da saúde, o relator da matéria, deputado Sabá Reis (PR), fez o pedido de retirada da matéria e foi atendido pelo plenário.
 
A retirada da matéria de pauta é uma tentativa para que o governo reveja a decisão do veto e possa enviar uma nova matéria à casa legislativa e assim atender ao pleito da categoria.
 
Índices
 
Na mensagem original, o governador destinava apenas 4,08% de reajuste aos policiais e bombeiros militares. A expectativa dos deputados de oposição é que o Executivo estadual chegue a um percentual igual ou próximo ao destinado à Saúde e à Educação.
 
Para o deputado Cabo Maciel (PR), o governo fez um acordo de dentro de sua cozinha para o reajuste dos policiais e bombeiros.
 
“A negociata feita na cozinha do governador, pelos presidentes das associações representativas, desprestigiou toda a categoria com percentual de 4,08%, enquanto que o menor percentual concedido (Saúde) foi 10,85%. É assim que esse governo demonstra ‘respeito’
aos servidores públicos do Estado”, criticou.
 
De acordo com o presidente da Casa, deputado David Almeida (PSB), é a primeira vez na história do Amazonas, que o governador manda vetar totalmente um projeto de sua autoria.
 
“Isso, no entanto, não prejudica o governo ou a Casa legislativa, mas afeta diretamente os pais de família que, por conta de briga política, estão tendo seus direitos cerceados”, frisou David. 
 
O vice-líder do governo, deputado Vicente Lopes (PV), disse durante a sessão que a nova matéria seria encaminhada ainda na tarde desta quarta-feira (20), para que ela fosse votada em regime de urgência amanhã (21). Até o fechamento desta edição a chegada da matéria não foi confirmada.
 

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