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26.04.2019 - 15:05  |  Zona Franca

Presidente do Cieam contesta inverdades sobre a ZFM divulgadas pelos adversários do modelo

Assessoria de Imprensa

Wilson Périco

Wilson Périco lembrou que só em tributos federais o governo central arrecada mais de R$ 13 bilhões no Amazonas. 

 

Por Warnoldo Maia de Freitas

 
O  presidente do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, classificou de equivocadas as notícias divulgadas nesta sexta-feira, 26/04, por jornais do Sul do país, após o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovar na quinta, 25, por 6 votos a 4, o Creditamento do IPI sobre insumos provenientes da ZFM, e disse que tais informações erradas fazem parte de uma campanha sistemática de má fé promovida pelos inimigos do modelo.
 
Para sustentar seus argumentos e desmontar as afirmações divulgadas, indicando que o creditamento do IPI vai deixar o país R$ 16 bilhões mais pobre, Wilson Périco lembrou que só em tributos federais o governo central arrecada mais de R$ 13 bilhões no Amazonas.
 
“Também arrecadamos em taxas federais (Suframa + P&D, que vão para o CAPDA) mais R$ 2 bilhões. Arrecadamos, ainda, em taxas estaduais (UEA, FTI e FMPES) mais R$ 1,3 bilhão”, explicou, destacando que as informações erradas divulgadas sistematicamente pelos inimigos da ZFM têm por objetivo confundir a opinião pública e colocá-la contra o modelo, que gera empregos e renda em todo o país e viabiliza a manutenção da floresta em pé.
 
Mas não é só. De acordo com o presidente do Cieam, as indústrias instaladas em Manaus são responsáveis, hoje, pela geração de 87 mil empregos diretos e outros 320 mil indiretos, além de mais de 700 mil empregos em todo o país.
 
“O modelo ZFM proporcionou ao Amazonas e ao seu povo, segundo a Fundação Getúlio Vargas, um crescimento de renda e do nível de ensino acima da média nacional, e assegura a preservação da floresta”, disse ele, lembrando que o Polo Industrial de Manaus opera com tecnologia de ponta e oferece produtos de qualidade elevada.
 
Wilson também fez questão de destacar, com base nos estudos comprovados da FGV, que o retorno do gasto público com o modelo é positivo e para cada R$ 1 gasto o retorno é de pelo menos R$ 1,14, podendo chegar a R$ 3, dependendo da ferramenta que se utilize nesse cálculo.
 
Segundo ele, essa batalha promovida contra a ZFM não tem fim, porque os interesses econômicos envolvidos são gigantescos e os adversários do modelo não têm compromisso com a promoção do desenvolvimento social e econômico do Brasil.
 
 
 
 
 

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