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09.01.2018 - 18:30  |  DESEMPENHO

Saldo da arrecadação derruba argumentos de Amazonino de que estado está quebrado

Reprodução

Desempenho da arrecadação derrubam argumentos de Amazonino

 Amazonas teve saldo de R$ 827 milhões nas suas finanças em 2017


Por Warnoldo Maia de Freitas
 
Minha estimada avó dizia que nem os números nem as palavras mentem. Mas as pessoas mentem. Umas mais, outras menos, ao usar números e palavras para mascarar a realidade como fez o govenador do Amazonas, Amazonino Mendes (PDT), logo após assumir o governo em outubro de 2017 e alegar haver encontrado o estado quebrado e com rombos preocupantes como, por exemplo, o de R$ 1,2 bilhão na saúde, logo desmentido pelo secretário da área.
 
O deputado estadual Serafim Corrêa (PSD) acertou ao dizer que 2017 foi “um ano atípico”, porque teve três governadores.  Um deles, David Almeida, que assumiu o lugar de José Melo (PROS), cassado, encontrou o estado com um déficit de R$ 654 milhões, mas depois de cinco meses entregou o comando do Executivo a Amazonino Mendes, vencedor da eleição suplementar de agosto, com um superávit de R$ 465 milhões. 
 
Vítima da desfaçatez
 
Quer dizer, David Almeida foi vítima da desfaçatez e do vilipêndio, das tentativas de humilhar, de alguém que cultua na política o hábito de falsear a verdade para, entre outras coisas, tentar acabar com reputações e imagens, mas, desta vez os fatos concretos estão colocando por terra os seus argumentos.
 
“Pode-se dizer, sem medo de errar, que 2017 foi o ano de ouro das finanças amazonenses”, destacou o deputado Serafim Corrêa em artigo divulgado nesta terça-feira.
 
 
No texto Serafim lembra que a Receita prevista era de R$ 14.680.579.000,00, mas foi R$ 15.508.115.363,30, portanto R$ 827.000.000,00 (oitocentos e vinte e sete milhões de reais) além do estimado.
 
Segundo ele, “O governo empenhou – gastou – R$ 14.744.380.130,95, portanto guardou R$ 764.000.000,00 (setecentos e sessenta e quatro milhões) correspondente à diferença entre o que arrecadou e o que gastou”.
 
Já os prefeitos municipais nunca tiveram tantos recursos. As transferências estaduais chegaram a R$ 2.235.390.866,76 e as federais alcançaram R$ 3.884.811.581,13. O total dos valores transferidos sem qualquer esforço dos prefeitos foi o maior da história: R$ 6.120.202.448,09.
 

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