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DIRETO AO PONTO
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23/01/2021 - 14:05

Viver ou morrer? Eis a questão.

Reflexão

 Ética e vida? Qual vale mais? 


Por Warnoldo Maia de Freitas 

O recente episódio registrado em Manaus com algumas pessoas de bens furando a fila da vacinação contra à Covid-19 fez muita gente pensar sobre a importância da Ética e da vida.

Afinal, qual vale mais? O que é mais importante?

É melhor ser classificado como uma pessoa antiética, transgressora das normas estabelecidas, e manter-se viva ou, depois de morta, ser apontada como uma pessoa super ética, cumpridora de todos os códigos?

Diante da relatividade da questão e da própria vida acredito que a radicalização dessa questão não é a melhor alternativa.
 
O direito à vida, como muita gente sabe, é uma garantia fundamental prevista no artigo 5º Constituição Federal. "Ela garante proteção à vida e trata-se de um direito inviolável".

Mas, mesmo assim, é bom lembrar que esse DIREITO DE PERMANECER VIVO, não possui caráter absoluto.    

Os operadores do Direito destacam, também, "que não se pode hierarquizar vida numa perspectiva utilitária".

Diante do fato concreto, a questão dos fura-filas, cabe ressaltar que há uma grande quantidade e possibilidades de interpretação de certas normas.

Se você estivesse trabalhando em uma atividade de alto risco e pudesse escolher entre tomar a vacina, e assegurar a sua sobrevivência, ou esperar a sua hora na fila, e arriscar a vida, o que você faria?

Viver ou morrer? Eis a questão.

E que cada um responda pelos seus atos na forma da Lei e viva em paz com a sua consciência.
 
 
 

 

 
 

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