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20.02.2020 - 06:15  |  Decisão polêmica

Amazon exclui do seu catálogo livros sobre reorientação sexual da homossexualidade

Reprodução

 A chamada “terapia de reversão” ou “reorientação sexual” é fortemente criticada por representantes do movimento LGBT

 


Por Will R. Filho

Uma decisão polêmica tomada pela gigante mundial de varejo Amazon chamou atenção dos líderes conservadores americanos, após a empresa resolver excluir do seu catálogo livros que tratam da chamada “reorientação sexual” de pessoas homossexuais.

A iniciativa parece fazer parte dos esforços que grupos de militantes LGBTs empreendem para banir do conhecimento popular qualquer tipo de informação acerca da possibilidade de mudança de orientação sexual, especificamente sobre a existência de ex-homossexuais.

Livros
  
Os livros excluídos da Amazon foram Healing Homosexuality: Case Stories of Reparative Therapy (Curando a homossexulidade: histórias de casos de terapia reparativa), e A Parent’s Guide to Preventing Homosexuality (Um guia parental para prevenir a homossexualidade).

A chamada “terapia de reversão” ou “reorientação sexual” é fortemente criticada por representantes do movimento LGBT, mas defendida por quem acredita na determinação pessoal dos indivíduos em querer mudar de comportamento.

Essa visão, a qual defende a mudança de orientação sexual, possui amparo em perspectivas científicas que enxergam a homossexualidade como uma aquisição comportamental, portanto, sendo passível de alteração.

Recentemente, o mestre em Saúde Pública Claudemiro Ferreira Soares, autor do livro “Homossexualidade Masculina – Escolha ou Destino”, fez uma publicação em sua rede social anunciando que irá oferecer o curso “Homossexualidade Egodistônica e Reorientação Sexual”, algo que poderá ser de grande valia para o público interessado no tema.

“O curso ‘Homossexualidade Egodistônica e Reorientação Sexual’ está sendo elaborado com muita seriedade e cientificidade. É o conhecimento a serviço do bem estar físico, psíquico e espiritual da humanidade”, afirmou o autor.

Para a Amazon, por outro lado, a exclusão de conteúdos que tratam da reorientação sexual dos homossexuais egodistônicos se trata de uma iniciativa contra algo que a empresa considera “inadequado”.

“Como vendedores de livros, fornecemos aos nossos clientes acesso a uma variedade de pontos de vista, incluindo livros que alguns clientes podem achar desagradáveis. Reservamos o direito de não vender determinados conteúdos, como pornografia ou outros conteúdos inadequados”, afirmou a empresa em comunicado, segundo a Gauchazh.
 
 

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