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29/12/2017 - 00:00

Está tudo dominado?

Ayres Brito: rédeas curtas

 

Raquel Dodge e Carmen Lúcia mostram que não

Por Warnoldo Maia de Freitas
 
A posição da ministra Carmen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que acatou o pedido de Raquel Dodge, Procuradora-Geral da República, e suspendeu trechos do decreto de indulto natalino assinado pelo presidente Michel Temer (PMDB), que favorecia presos por corrupção, caiu como um bálsamo no espírito de milhões de brasileiros.
 
A decisão mostrou à Nação, no apagar das luzes de mais um ano marcado pela descoberta de inúmeros atos nada republicanos, patrocinados e praticados por muitos “senhores acima de qualquer suspeita”, que nem tudo está dominado como muita gente imagina e que ainda há esperança de se impedir a perpetuação de desmandos.
 
O ex-ministro do STF, Carlos Ayres Brito, sintetizou com sabedoria o que milhões de cidadãos de bem deste país pensam ao dizer que “é preciso tratar com rédeas curtas esse pessoal que gosta de assaltar o erário público”.
 
No Brasil de hoje não se admite mais a perpetuação da cultura da impunidade e da concessão sistemática de privilégios para apadrinhados. 
 
O que a Nação quer e exige é que todos sejam tratados, realmente, com igualdade perante a lei e que tal postulação não passe, apenas, de mais uma tese emoldurada e exibida com fervor.
 
Sim, porque em tese, todos os brasileiros são iguais perante a lei, mas na realidade dura e crua do dia-a-dia o princípio da igualdade ainda não floresceu nos jardins.
 

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