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08.08.2018 - 06:50  |  Vidas que Falam

José Ricardo e Cristiane lançam livro

Assessoria de Imprensa

José Ricardo e Cristiane

 

 
Às 19h30 desta quinta-feira (9), o economista José Ricardo e a jornalista Cristiane Silveira lançam o Livro “Vidas que Falam – Promotores dos Direitos Humanos, da Justiça e da Paz”, no auditório do Centro de Formação Maromba, Chapada.  Uma obra que reúne mais de 20 autores e que contam a história de vida de 30 pessoas que atuam ou atuaram no Estado do Amazonas na área dos direitos humanos, seja na educação, na saúde e saneamento, na moradia, na luta pelos direitos de crianças e de adolescentes, de jovens, de mulheres, de idosos, dos indígenas e de pessoas com deficiência, como ainda em defesa de melhorias nas políticas públicas e de um mundo mais justo e solidário.
 
Para José Ricardo, contar essas histórias é o reconhecimento das lutas e vidas dessas pessoas, exemplos de ações pela coletividade, seja na atuação política, religiosa, movimentos sociais e na atuação do real sentido da luta por direitos humanos.
 
“Tanto na sociedade civil, como cidadão, colaborando no Comitê Ética pela Política e no Centro de Direitos Humanos, quanto nos mandatos parlamentares, a temática dos direitos humanos sempre esteve presente nos nossos debates. Acabou sendo natural e resultado dessa caminhada ter esse projeto de escrever sobre pessoas, exemplos na luta por direitos, pela vida e pela justiça”.
 
Já a jornalista Cristiane Silveira, destaca que essa publicação mostra que mesmo ações individuais se somam numa grande ação para o bem-estar de todos. São os pequenos e mais sinceros atos de amor pelo próximo ajudam a transformar as mais diferentes vidas humanas.
 
“É amor que transforma. Estou muito feliz pela conclusão desse projeto, que abracei junto com José Ricardo. Esperamos que este livro possa inspirar os nossos jovens. Conhecemos muitas lindas histórias, de lutas mesmo, mas de formiguinhas”, disse ela, enfatizando que se não fosse iniciativas assim, essas pessoas jamais seriam conhecidas por muitos, ficariam restritas a determinados locais, determinados grupos e comunidades.
 
Dentre os convidados para esse lançamento, destacam-se: arcebispo Metropolitano de Manaus, Dom Sérgio Castriani; arcebispo emérito de Manaus, Dom Luiz Soares Vieira; representantes de movimentos e entidades sociais nas mais diversas áreas da cidade, professores, educadores em geral, além de comunidades, conselhos e paróquias. 

A história dos personagens
 
O livro conta a história de 15 mulheres e 15 homens, são eles: Camilo Assunção (na luta por políticas públicas); Adamor Guedes (ícone na luta pela LGBT); Aloysio Nogueira (implementou o Fórum do Orçamento Público); Carlos Mota (um dos fundadores da Adefa); Ana Celia Ossame (jornalista Amiga das Crianças); Pe. Gelmino Costa (acolheu os haitianos em Manaus); Giustina Zanato (fundamental na criação da Pastoral da Criança e do Menor); Irmã Santina Perin (trabalhou com os haitianos e da Rede Um Grito Pela Vida); Irmã Alzira Fritzen (na defesa da segurança alimentar e nutricional); Irmã Helena Augusta (na luta pela moradia); e Irmã Neuma Garcia (dedicada à Pastoral do Menor); e Ivânia Vieira (jornalista e professora, defensora da causa das mulheres e indígenas).
 
O Vidas que Falam também retrata a atuação de outras pessoas do Amazonas, como: Perina Costa (assistente social em defesa das crianças); Irmã Liliana Daou (dedicada à Casa Mamãe Margarida); Lilia Albuquerque (em defesa da causa dos idosos); Luzarina da Silva (militante partidária e na Pastoral Operária); Menabarreto França (defensor da saúde coletiva); Nádia Vettori (enfermeira, no apoio aos haitianos e na Pastoral da Criança); Egydio Schwade (indigenista que denunciou o massacre dos Waimiri-Atroari); Rogélio Casado (cobrou política antimanicomial para o AM); Pe. Humberto Guidotti (coordenou a Comissão de Direitos Humanos da CNBB e a CPT); e Pe. Ricardo Zanchin (fundou o MCVE e coordenou a Cáritas).
 
E mais: Pe. Rogério Ruvoletto (em prol da juventude); Pe. Luís Giuliani (fundou a primeira rádio comunitária); Pe. Marcelo Bertolusso (fundou o Pró Menor Dom Bosco); Francisco Praciano (na defesa das políticas públicas); Francy Júnior (na luta no combate ao racismo); Dom Mário Pasqualotto (fundador da Fazenda Esperança); Sylvia Aranha (no apoio às crianças pela música); e Valdenora Rodrigues (em defesa dos hansenianos). 
 
 

 

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