Moradores da Cachoeirinha e Japiim acusam Águas de Manaus de fornecer informações inverídicas e querem saber: O que fazer para enfrentar a falta d'água?
Da redação
Moradores dos bairros Cachoeirinha e Japiim estão reclamando desde a terça-feira, 06/09, do corte do fornecimento de água sem aviso prévio e acusam a concessionária Águas de Manaus de "desrespeito" e de mentir para os usuários, informando a cada solicitação de informações datas diferentes para a normalização do serviço.
Alcançada pelo whats app na terça-feira, 06/09, a assessoria da empresa apenas informou, mais uma vez, que estava sendo realizada uma "manutenção emergencial da rede", mas não forneceu maiores detalhes.
O fornecimento voltou ao normal na tarde daquele dia, mas na manhã da quinta-feira, 08/09, o fornecimento voltou a ser cortado e a resposta dada pela assessoria informava que estava ocorrendo um serviço de manutenção, mas tudo deveria voltar ao normal "até o fim da noite" daquele dia.
O tempo passou e nada mudou e na manhã desta sexta-feira, 09/09, os moradores continuam enfrentando problemas variados por conta do corte, da falta de água, sem o devido aviso prévio da suspensão do fornecimento de água.
Uma moradora da Cachoeirinha informa que ao buscar informações sobre o corte registrado no fornecimento, via whats app, foi informada que a "falta d'água" estava sendo provocada por uma "Manutenção Corretiva da Rede de Abastecimento" e a previsão de normalização passou, agora, para o sábado, 10/09.
"Não dá para acreditar numa empresa como essa, que ignora totalmente os direitos dos usuários e interrompe o forneciento sem o devido aviso prévio. Se eles - Águas de Manaus - tivessem avisado, todo mundo teria enchido seus tanques para enfrentar o problema. Mas eles não fizeram nada. Cortaram o fornecimento na manhã da terça-feira e normalizaram o abastecimento na parte da tarde. Mas, para surpresa geral, na quinta-feira, 08, o fornecimento voltou a ser cortado sem nenhuma explicação. E agora, o que a população faz para enfrentar essa falta d'água que está se tornando sistemática", questionam, cobrando providencias das autoridades.