Manaus, 25 de Agosto de 2026

Alessandra cobra aten??o do governo para corrigir or?amento da sa?de na LOA 2018

Deputada cobra corte dos contratos que registram excesso de pagamento e falta servi?o para a popula??o

Política | 17/10/2017 - 22:50
Foto: Assessoria de Imprensa

Alessandra Campello


Deputada cobra corte dos contratos que registram excesso de pagamento e falta serviço para a população
 
A deputada estadual Alessandra Campelo (PMDB/AM) cobrou na manhã da terça-feira, 17, uma atenção especial do governador tampão Amazonino Mendes (PDT) para corrigir o orçamento da área da saúde, que vem apresentando déficits ao longo dos últimos anos, e lembrou que a sua equipe tem até o dia 31 de outubro para apresentar emendas à LOA de 2018.
 
Alessandra aproveitou o encontro com o secretário de saúde Francisco Deodato para criticar o descaso com a saúde no Amazonas e cobrou do novo governo uma gestão mais eficiente e maior controle nas áreas da segurança e da saúde.
 
Ao falar sobre o que ela classificou de “gargalos da saúde”  Alessandra destacou em seu pronunciamento a  paralisação do Tratamento Fora do Domicílio (TFD), a situação dos renais crônicos e transplantados e o pouco investimento na Saúde da Mulher – agravado pela falta de vontade política de instalar os mamógrafos no interior. 
 
Além disso, a líder do PMDB na Casa apontou o aumento dos índices de transmissão do HIV entre os jovens e o avanço da taxa de incidência tuberculose e sífilis no Estado. 
 
“O problema da Saúde é de gestão e controle. Esse Governo tem que ter uma atitude e cortar esses contratos que têm excesso de pagamento e falta serviço para a população. As pessoas não conseguem fazer raio-X, tomografia e nós temos ainda altos índices de Aids, tuberculose e sífilis no Estado. A população não consegue atendimento desde doenças graves até serviços simples nas unidades de saúde”, comentou a deputada. 
 
Em plena campanha do Outubro Rosa, a presidente da Comissão da Mulher da Assembleia enfatizou que na prática o Governo do Estado ignora a prevenção do câncer de mama, pois mantém dezenas de mamógrafos encaixotados nos municípios. 
 
“Temos dezenas de mamógrafos encaixotados no interior do Estado”, completou, destacando que a população continua sem atendimento em várias áreas.
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