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16.07.2020 - 11:00  |  Os monstros do vice

CACILDA pede para vice-governador jogar lenha na fogueira e revelar quem atua nas sombras

Arte

Ele precisa mostrar que é um filho obediente. A mãe dele já ensinou: ser público é ser transparente. 

 

Por Warnoldo Maia de Freitas

Apesar de já ter passado o período dos festejos de Santo Antônio (13/06), São João (24/06) e São Pedro (29/06), bem como das tradicionais fogueiras juninas, vovó CACILDA está pedindo para o vice-governador do Amazonas, Carlos Almeida Filho (PTB/AM), jogar logo lenha na "Fogueira da Purificação", para espantar de vez os "maus espíritos", os "homens que atuam nas sombras", denunciados por ele, em 18 de maio de 2020, quando da sua saída da Casa Civil, o braço forte da administração estadual, e iluminar caminhos. 

Após tomar conhecimento da iniciativa frustrada de Carlos Alberto de Almeida, o pai do vice-governador, de tentar impedir o governador Wilson Lima (PSC/AM) - que está enfrentando um pedido de impeachment por crime de responsabilidade -, de gerir os recursos da Educação, que tem para o exercício de 2020 um orçamento de R$ 2,938 bilhões, contra os R$ 2,716 bilhões de 2019, vovó CACILDA afirmou que já está passando da hora de Carlos Almeida Filho deixar de lado a conduta reflexiva e passar para a ativa.

"Será que ele continua perdido nas 'águas tormentosas' e nos 'abismos' criados pela atual gestão e ainda não encontrou o caminho da saída?", questionou vovó INOCÊNCIA.

Segundo ela, o silêncio ensurdecedor de Carlos Almeida Filho preocupa porque indica a possibilidade de o vice-governador ter sido alcançado e "engolido" por "Cila e Caríbdes", monstros marinhos que, segundo a mitologia, destruíam navios.

Mas, vovó ZEZINHA não acredita na possibilidade levantada pela amiga e diz acreditar que o vice deve estar preparando-se para contra-atacar no momento mais oportuno e poderá até mesmo aliar-se  ao grupo de parlamentares que trabalha na ALE-AM pelo impedimento do governador Wilson Lima.
   
"A história ensina que em política tudo é possível", argumentou vovó INOCÊNCIA, porque muitos seguem o ensinamento atribuido a Maquiavel, de que "os fins justificam os meios", quer dizer, para se alcançar determinado objetivo toda e qualquer atitude é aceitável.

Impaciente, vovó CACILDA ressaltou que se o vice-governador Carlos Almeida Filho não cometeu nenhum "pecado capital" durante sua passagem pela área da Saúde, que contou com um orçamento de R$ 2,447 bilhões em 2019 e tem R$ 2,634 bilhões para este exercício, ele deveria apressar-se a revelar os nomes dos monstros que atuam nas sombras, fora da vista, sangrando os cofres públicos.

"Até hoje não se sabe, ao certo, quem são os tais Caribidis (Charybdis) do governo, aqueles que têm o poder de cegas as pessoas para o óbvio, ou Cilas (Scylla), que corrompem a administração e as relações", argumentou CACILDA. "Será que vamos continuar sendo obrigados a conviver com essas anomalias", questionou.

Por sua vez vovó INOCÊNCIA destacou que não dá mais para o vice-governador Carlos Almeida Filho permanecer calado depois do que deixou escapar na carta distribuída no ato do seu desligamento da Casa Civil.

"Até quando ele vai permanecer adotando essa conduta de fazer vistas grossas para o que está acontecendo? Se não cometeu nenhum pecado capital, tem o dever de se posicionar", disparou ZEZINHA. "Será que se ele pudesse mudar o tempo, ele faria tudo diferente?", questionou, destacando que a vida é mesmo uma grande Odisseia, marcada por "grandes feitos" e "empreendimentos sobre-humanos".

INOCÊNCIA ressaltou que é grande a expectativa em torno da conduta a ser adotada pelo vice-governador Carlos Almeida Filho.

"Será que ele vai seguir o exemplo dado pela sua mãe, a advogada Ana Regina Almeida, que manifestou-se no facebook no dia primeiro de dezembro de 2018 - chamando o governador eleito, Wilson Lima, de 'laranaja' do grupo empresarial Calderaro, proprietário do jornal A Crítica, e vai soltar o verbo?", questionou.

CACILDA aproveitou a deixa e pediu para Carlos Almeida Filho seguir os ensinamentos da sua mãe, porque, para ela, mãe sempre tem razão.

"A mãe dele, a senhora Ana Almeida, já disse que, ser público é ser transparente", lembrou. 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

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