Justiça Federal dá prazo de 24 horas para autoridades estadual e municipal acabarem com a manifestação em Manaus.
Da redação
Enquanto os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Luis Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Dias Toffoli estão em Nova Yorque, participando de um evento "para debater a liberdade, a democracia e a economia do Brasil", milhares de pais de família realizaram de forma pacífica na tarde desta terça-feira, 15/11, mais uma mega manifestação em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA), em Manaus, no Amazonas.
A reivindicação permanece a mesma: "Apoio efetivo das Forças Armadas para que se obtenha transparência no processo de apuração das eleições presidenciais encerradas no dia 30 de outubro de 2022", porque o resultado apresentado foi considerado a consequência de "uma grande manobra colocada em prática para tomar o poder".
Desconhecimento
Talvez boa parte dos manifestantes não saiba que essa poderá ter sido a última manifestação realizada no local, porque a juiza Jaiza Fraxe, da 1ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Amazonas, determinou a adoção imediata de medidas para a retirada dos participantes do movimento daquela área e deu prazo de 24 horas para que as autoriades estaduais e municipais adotem medidas para "combater as ilegalidades registradas no local".
No seu despacho juiza ressalta que a manifestação "não se encontra compatível com as leis e a Costituição" (confira, abaixo, a íntegra do doumento).
Na data em que se comemora o dia da Proclamação da República no Brasil, "resultado de um longo processo de crise", que abriu o caminho para o país começar a viver os ares da democracia, os brasileiros esperam que, agora, as manifestações colocadas em curso em todo o país resultem em melhores dias para todos, com o devido respeito ao ESTADO DE DIREITO, que precisa deixar de servir, apenas, para ilustrar narrativas e fazer parte dos panfletários.
CONFIRA

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