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21.05.2019 - 11:20  |  Transporte coletivo

Cláudio Proença defende intervenção imediata no transporte coletivo de Manaus

Reprodução

Cláudio Proença

 

Vereador pede para Ministério Público entrar em ação para defender o interesse da população

Por Warnoldo Maia de Freitas
 
O vereador Cláudio Proença (PR) se manifestou na manhã desta terça-feira, 21, contra a paralisação de 100% da frota de ônibus de Manaus programada para a terça-feira, 28, e defendeu a intervenção imediata da Prefeitura de Manaus no sistema de transporte coletivo, para proporcionar melhores serviços à população.
 
Sem meias palavras Proença apontou a necessidade de o prefeito Arthur Neto (PSDB) intervir no sistema para “expurgar todos os empresários que não querem prestar um serviço de qualidade à população” e insistem em desrespeitar os contratos firmados.
 
"Entre com a intervenção dentro do sistema. Receita tem. Eles não pagam suas dívidas com os trabalhadores do sistema porque são sem vergonha”, disse ele.
 
Proença destacou, ainda, que está na hora de o Ministério Público entrar em ação para defender os interesses da população, porque os empresários têm dinheiro para cumprir as suas obrigações com os trabalhadores do setor.
 
O parlamentar deixou claro que considera inadmissível a conduta do empresariado do setor, que insiste em não pagar suas dívidas com os trabalhadores, uma vez que contam hoje com um faturamento mensal de R$ 46 milhões.
 
“Os trabalhadores têm todo o direito de cobrar os pagamentos devidos, mas precisam procurar outras formas para se manifestar, porque parando 100 por cento do sistema eles vão prejudicar a população”, argumentou.
 
Proença disse ter consciência dos problemas registrados no setor,  que nos últimos anos amarga uma queda sistemática de receita, mas apontou a ineficiência de parte do empresariado como uma das principais responsáveis pela redução da arrecadação.
 
“O empresariado deve assumir a culpa pela ineficiência e inoperância registrada no sistema de transporte coletivo, que gerou a quebra de receita”, completou.
 
Má gestão
 
Como exemplo de má gestão registrada no sistema a partir da administração Amazonino Mendes, o vereador apontou a compra de carros novos financiados em dólar e disse que quando a moeda norte-americana se desequilibrou eles ficaram com dívidas impagáveis.
 
“As empresas podem estar falidas, mas os empresários não estão falidos não. Muitos deles estão investindo em outras praças”, disse ele, lembrando que a ineficiência registrada no sistema abriu brecha para o surgimento de novos serviços.
 
 
 
 

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