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Prefeitos destacam que não são e não serão adversários do governo, mas sim parceiros para fazer pontes e facilitar a promoção do desenvolvimento do estado
Por Warnoldo Maia de Freitas
Um grupo de prefeitos descontentes com a atual gestão da Associação Amazonense de Municípios (AAM) deve anunciar nas próximas horas o lançamento da chapa “Nova opção, nova política” para disputar o comando da entidade no pleito programado para disputado na sexta-feira, 29.
Liderado por gente com expertise em administração pública como, por exemplo, Bruno Ramalho, Jair Souto, Joaquim Corado e Adenilson Reis o grupo defende mudanças profundas na forma de gerir a Associação e o fim imediato dos privilégios.
De um modo geral os prefeitos descontentes querem transformar a Associação Amazonense dos Municípios “em uma entidade representativa forte, coesa, técnica e participativa”.
“A entidade não pode continuar enfraquecida e falida com o se apresenta no atual momento, porque ele representa os 62 municípios do Amazonas, um estado rico e próspero”, destacam.
As críticas mais ácidas contra a atual gestão da AAM destacam que a entidade “virou cabide de emprego e não atende as reais necessidades dos prefeitos”.
“Estão falando que existe uma chapa na qual o atual presidente vai compor a diretoria financeira e o ex-presidente, que saiu para disputar a eleição, também será agraciado com um cargo elevado”, afirma um membro do grupo, assegurando que os prefeitos não aceitam ficar pagando altos salários desnecessários.
Parceiros
Os prefeitos fazem questão de deixar claro que não são e não serão adversários do governo, mas sim parceiros para fazer pontes e facilitar a promoção do desenvolvimento social e econômico do estado, bem como promover ações destinadas a agilizar a integração, a geração de empregos e a efetiva distribuição de riqueza.
“Nós também não somos ou seremos adversários da Assembleia Legislativa do Estado (ALEAM), mas parceiros no desenvolvimento de boas ações. Queremos a ALEAM como aliada nas negociações e diálogos na busca das melhores soluções para o Amazonas”, destacam, lembrando que “fechando portas e construindo muros não será possível chegar a nenhum lugar”.