Manaus, 25 de Agosto de 2026

FMI prev? retra??o de 1% para economia brasileira em 2015

A previs?o para o crescimento global n?o sofreu altera?es e est? fixada em 3,5% para 2015 e 3,8% para 2016

Economia | 23/04/2015 - 20:55
Foto: FreitasWMaia

Pelo relat?rio, as perspectivas para o crescimento global s?o desiguais entre as principais economias

Agência Brasil
 
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima crescimento de 0,9% para a América Latina e Caribe, mas retração de 1% na economia brasileira em 2015. Para 2016, a projeção para o país é mais otimista. Ela deve ficar em 1%, metade da expectativa dos países da região, que será de 2% . 
 
A previsão para o crescimento global não sofreu alterações e está fixada em 3,5% para 2015 e 3,8% para 2016. Os números sobre perspectivas para economia mundial foram divulgados hoje (14), em Washington, local onde, nos próximos dias, ocorrerá o Encontro de Primavera, evento organizado pelo FMI e Banco Mundial.
 
Pelo relatório, as perspectivas para o crescimento global são desiguais entre as principais economias. Nas mais avançadas, o crescimento deverá ser mais forte em 2015 que em 2014, enquanto em mercados emergentes e em desenvolvimento o crescimento esperado é mais fraco.
 
No caso da América Latina, o problema continua a ser os preços mais baixos de matérias-primas. De acordo como o relatório do FMI, as perspectivas para o Brasil foram afetadas, entre outras coisas,  pela “seca e pelas políticas macroeconômicas mais restritivas”.
 
Segundo o relatório, além do Brasil, outro integrante do Brics que  terá retração é a Rússia, com  3,8%. O país tem sofrido com embargos econômicos, como consequência das intervenções na Ucrânia e pela queda no preço internacional do barril do petróleo. Os técnicos do Fundo estimam crescimento de 7,5% para Índia e de 6,8% para a China. Este ano, o crescimento previsto para a África do Sul é de 2%.
 
O encontro do FMI e Banco Mundial será realizado entre os dias 17 e 19. O ministro das Fazenda, Joaquim Levy, que também participará do evento, antecipou o embarque para os Estados Unidos, mas a assessoria dele não informou os motivos da alteração na agenda.
 
O ministro aproveitará a viagem para defender o ajuste fiscal brasileiro e tentar atrair investidores estrangeiros para os projetos de concessões da área de infraestrutura.
 
 
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