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01.07.2020 - 18:35  |  Gás natural

Josué lembra que é responsabilidade dos deputados abrir o mercado de gás no Amazonas

Assessoria de Imprensa

Josué Neto

Josué destaca que em 2019 a Cigás lucrou mais de R$ 100 milhões, mas deixou apenas R$ 7 milhões no Amazonas

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), Josué Neto (PRTB), afirmou nesta quarta-feira (1º), está sob a responsabilidade dos deputados abrir o mercado de gás no Estado, caso contrário ficará marcado na história que a atual Legislatura se calou diante da oportunidade de gerar 36 mil novos empregos e investimentos na ordem de R$ 3 trilhões em dez anos no Estado. 

“Nós precisamos abrir o mercado, nós precisamos fazer uma transição como queiram falar, ou nós precisamos quebrar o monopólio da Cigás. Vai ficar taxado para vida eterna que a atual legislatura, os atuais deputados e deputadas fizeram o desfavor ao povo amazonense de não quebrar esse monopólio e não conceder todos esses empregos que estão sendo aguardados”, disse o presidente, que ressaltou que se a Petrobras parar definitivo suas atividades no Amazonas a culpa também será da Assembleia Legislativa. 

Pré-Projeto

Josué também falou na Sessão Virtual que existe um pré-projeto elaborado pelo deputado Sinésio Campos que engloba todas as questões tratadas na Comissão Especial criada pelo Governo do Estado e afirmou que se Executivo não aceitar o Pré-Projeto de Lei da quebra do monopólio de gás, feito pelo deputado Sinésio, vai ficar claro que existem interesses ocultos e econômicos para beneficiar a Companhia de Gás do Amazonas (Cigás).

“Eu quero aqui dar uma declaração pública: A Cigás nunca foi amazonense, a Cigás seria amazonense se os lucros dela fossem voltados para o Amazonas para distribuição do gás em Manaus ou que os recursos ficassem aqui, mas os recursos a grande maioria de gás, infelizmente vai para a Bahia, portanto, a Cigás só tem o A do Amazonas, mas os recursos não ficam no Amazonas”, explicou Josué.

O parlamentar também destacou que no ano de 2019, apenas R$ 7 milhões de lucros da companhia de gás ficaram no Amazonas, enquanto, R$ 100 milhões foram para o Estado da Bahia. 

“Portanto eu quero dizer que não é apenas uma entrega dos recursos do Amazonas para Bahia, mas aí tem muita coisa errada nesse meio, tem corrupção, tem interesse econômico nesse meio e acima de tudo tem burrice porque o Amazonas não só vai perder com a saída da Petrobras, mas também vai deixar de ganhar com a vinda de outras empresas que tem interesse em explorar e distribuir o gás do nosso Estado do Amazonas”, disse.
 
 
 

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