Manaus, 28 de Agosto de 2026

Professores consideram inadequada proposta de reajuste do governo

De acordo com o relato de Lambert, ao pedir apoio dos deputados, as negocia?es com Luiz Castro e o titular da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) Alex Del Giglio, n?o chegaram a um consenso at? agora.

Política | 28/03/2019 - 16:05
Foto: Reprodu??o

Fachada Aleam

 

 
 
Professores consideram inadequada proposta de reajuste do governo
 
Professores estiveram em manifestação em frente à sede do governo do Estado, na Avenida Brasil, bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus, nessa quinta-feira (28), para tentar um diálogo direto com o próprio governador Wilson Lima. Os manifestantes foram atendidos pelo Chefe da Casa Civil, Leandro Benevides, para retomar negociações. Na manhã da quarta-feira (27), os professores fizeram uma manifestação na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), onde explicaram suas insatisfações com a proposta de reajuste apresentada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc). 
 
 
Na ocasião, o coordenador financeiro do Sindicato dos Professores de Manaus (Asprom), Lambert Melo, explicou que o governo propõe o pagamento apenas da reposição da inflação e a categoria luta por um porcentual de 15%. Segundo ele, os professores rejeitaram a proposta do governo. As negociações para o reajuste começaram desde janeiro, uma vez que a data-base da categoria é a partir de 1º de março.
 
 
De acordo com o relato de Lambert, ao pedir apoio dos deputados, as negociações com Luiz Castro e o titular da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) Alex Del Giglio, não chegaram a um consenso até agora.
 
 “Infelizmente as conversas têm sido muito lentas, o secretário (Luiz Castro) demorou muito para ver as novas pautas. Somente no dia 22 de março nós tivemos uma reunião com o secretário Luiz Castro e o secretário da Sefaz, quando eles nos entregaram a proposta do reajuste salarial, proposta rejeitada pela categoria, que é indigna e indecente, porque apenas faz a reposição da inflação”, afirmou.  “A categoria quer 15% além da inflação, porque acreditamos que merecemos”. Lambert explicou que existem outros 20 itens na pauta de reivindicação, mas a pauta salarial é a mais importante.
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