Manaus, 25 de Agosto de 2026

PSB confirma Marcelo Serafim para governo e defende elei?es diretas

Partido defende elei?es diretas e considera nociva poss?vel polariza??o entre Braga e Amazonino

Política | 08/05/2017 - 16:50
Foto: Assessoria de Imprensa

Marcelo Serafim defende elei?es diretas

 Partido defende eleições diretas e considera nociva possível polarização entre Braga e Amazonino


Por Warnoldo Maia de Freitas
 
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou na tarde da segunda-feira, 8, o nome do presidente regional da legenda, o vereador Marcelo Serafim, à disputa do mandato-tampão para o cargo de governador do Amazonas, após a cassação do governador José Melo (PROS), pelo TSE, na sexta-feira, 5, por compra de votos nas eleições de 2014.
 
A decisão, de acordo com a direção do partido, “visa dar uma opção real à sociedade, quebrando a tentativa de uma polarização forçada por lideranças que representam o retrocesso político do nosso estado”.
 
“A partir de agora o partido se concentrará na construção de um programa de governo que traga uma transição tranquila e responsável para o Amazonas, distante dos interesses individuais e das forças do atraso”, explica a nota distribuída pela agremiação.
 
O documento destaca, ainda, que agora o partido “vai focar na construção de alianças que busquem a construção de um estado melhor, pautadas em diálogos coletivos e republicanos dos quais não abriremos mão’.

Eleições diretas
 
Segundo Marcelo Serafim, os deputados estaduais têm o direito de propor eleições indiretas, mas o PSB defende eleições diretas, com a participação da população na escolha do novo governador do Amazonas, por entender que dessa forma a democracia sairá fortalecida.
 
De acordo com o parlamentar, o PSB acompanha com atenção especial o quadro social e econômico registrado no Amazonas e destaca como suas principais bandeiras a mobilização política em torno da defesa do modelo Zona Franca de Manaus, atualmente em uma posição de alto risco.
 
Segundo ele, o PSB também quer priorizar a implantação de uma “política séria” de segurança pública, bem como o reordenamento do sistema de saúde, hoje sucateado por conta da queda da arrecadação do estado.
 
“O cidadão hoje encontra-se desamparado, sem segurança e sem saúde, entre tantas outras coisas”, afirma, destacando que se uma pessoa quebrar uma perna ou um braço, por exemplo, vai ter que esperar praticamente um ano para ser atendida, quebrar novamente o osso já calcificado para corrigir o problema. “Esse é um dos absurdos que precisa ser combatido”, completa.
 
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